domingo, 17 de abril de 2011

Gravity wants to bring me down


Gravity is working against me
And gravity wants to bring me down
Oh, I'll never know what makes this man
With all the love that his heart can stand
Dream of ways to throw it all away

Oh, gravity is working against me
And gravity wants to bring me down
Oh, twice as much ain't twice as good
And can't sustain like a one half could
It's wanting more that's gonna send me to my knees

Oh, gravity stay the hell away from me
Oh, gravity has taken better men than me
How can that be?

Just keep me where the light is
C'mon keep me where, keep me where the light is

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Promessa

Túnel do Tempo
Este cheiro de naftalina é até bom para aliviar o cheiro de motor fundido que vem da minha cabeça...

domingo, 10 de abril de 2011

Diário de Bordo

Eu não sei o que fazer de mim; então, hoje eu quis morrer. Mas só um pouquinho. Por algumas horas. Na verdade, quero todos os dias, mas acabo permanecendo viva. Para meu desespero, eu existo.

E tudo á minha volta me lembra essa existência: meus sapatos, as roupas que usei ontem e agora estão dobradas em cima da cadeira, os livros organizados na estante, a lista de tudo o que não fiz [e nem vou fazer] pregada na porta da geladeira. E ele, o espelho. Que fique claro, eu não sou a imagem do espelho.
Ela aparece pronta a cada vez que me aproximo dele.

Isso está errado. Quando eu olhar no espelho, leia-se: em construção.

E queria me encontrar assim, no susto, virando a esquina e dando de cara comigo:
- oi!

Lieli Loures

quinta-feira, 31 de março de 2011

UMA história de Maria

Maria, na flor da idade, cometeu o pior dos crimes, aquele impronunciável. Por sua sorte (ou não) seu crime não foi descoberto, mas Maria sabia que era culpada, que precisava pagar pelo que fez.
Resolveu se prender, se trancar dentro de sua própria casa e esconder a chave. Dois dias depois, ao passar pela escada, tropeçou e rolou escada abaixo desmaiada.
Ao acordar não se lembrava de nada, quis ir ao médico, mas a porta estava trancada. "-Porque? Quem trancou? Será que ninguém me escuta?" - gritava Maria. "-O que vou comer, beber? E as minhas necessidades?!!?"
Ansiedade, medo, apatia, tristeza...
Maria luta, grita, bate na porta...Tudo em vão. Desistindo de tentar vai se deitar no sofá. 
"-O que é aquilo? Que porta é aquela? Não me lembro aquele cômodo!" Maria enxugou as lágrimas e foi até o desconhecido. Ao abrir se deparou com muita comida, bebida, tudo que gostava e precisava para viver bem o resto da vida.
Porém após a euforia inicial veio uma tristeza na moça: "-Para que ter isso se não conseguirei desfrutar de tudo? Não tem graça aproveitar sozinha". Neste momento passa uma corrente de ar que provoca um pequeno barulho metálico no canto daquele cômodo recém descoberto, que chama atenção de Maria.
O barulho era uma chave velha e enferrujada que acabara de ser derrubada no chão. Como num passe de mágica a nuvem preta se esvai da cabeça de Maria: "- Não posso sair. Sou culpada..."
Como réu consciente precisava permanecer presa em sua própria casa, entretanto com a chave nas mãos poderia deixar a porta aberta. 
Maria não pode sair, mas agora está pronta para receber alguém e poder oferecer o que tem de melhor em casa.

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à "corrente de ar" que passou...

ps.: de onde surgiu esta influência psicanaltíca? preciso parar de conversar com o André (#ounão) rsrs

sábado, 26 de março de 2011

Break for relax

Musiquinha do momento...
Início de semestre meio "torn"
Adoro a cara da platéia deste video, só as mulheres cantando (lê-se sofrendo)...
Gosto de pagode mesmoooo, ainda mais um de qualidade!